Vanessa na cozinha

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Por Giba Um

A atriz Vanessa Giácomo, 34 anos, vem fazendo sucesso com sua personagem Antônia, uma policial dura na queda na novela Pega Pega. Posando para revista Boa Forma, ela conta que gosta de se exercitar pela manhã e tem uma alimentação bem balanceada, mas não se priva de coisas que gosta, como pizza.

Ela confessa ainda que gosta de cozinhar: “Adoro ir para a cozinha no fim de semana, principalmente para preparar moqueca e frutos do mar, que acho leves e saborosos. Mas dizem que meu feijão é ótimo, bem temperadinho. Não tem feijão congelado em casa, não”.

Lá fora

Publicada pela maioria dos jornais brasileiros, a foto de mãe levando crianças com os olhos vendados por camisas numa viela da Rocinha, passando ao lado de um corpo cravado de balas e todo ensanguentado, ganhou páginas de jornais sul-americanos e europeus. Também a CNN International exibiu a foto (junto das crianças, uma mãe preocupada que a criançada fosse poupada da visão), rotulando-a de “um retrato do Rio de Janeiro”.

Mudou o barco

Lula Guimarães, ex-marqueteiro da campanha de João Doria à prefeitura de São Paulo, acaba de acertar com Geraldo Alckmin sua participação na campanha do governador paulista à Presidência. O ex-subsecretário de comunicação do governo Alckmin, Márcio Aith, que andava cobiçando o posto, cuida da imagem do São Paulo F.C, que não é nada boa.

Outros ares

Em Copacabana, no Rio e na Major Sertório, em São Paulo, onde durante décadas, proliferaram endereços eróticos, não há mais nem sinal dessas casas noturnas. Afinal, os tempos são outros. Agora, no Rio, um das mais antigas boates do gênero, La Cicciolina fecha as portas e vira casa de eventos comerciais e até mesmo de festas de casamento.

Novos voos

João Doria acha que a queda de sua popularidade e modelo de gestão não está ligada a suas viagens nacionais e internacionais. E prepara outras: está agendando visitas ao Maranhão e Goiás.

Querem mais

Os parlamentares são insaciáveis: aprovaram o novo fundo eleitoral e querem mais. Muitos já estão discutindo o aumento do fundo partidário, até sob inspiração de Gilmar Mendes, presidente do TSE. Vai ser difícil: para aumentar o valor do fundo, teriam que tirar de outras rubricas porque o teto do gasto público impede esta manobra.

Apoio

O ex-governador Alberto Goldman, do PSDB, que retirou do ar acusações sobre “concorrência com vencedor antecipado” na gestão do prefeito João Doria, acaba de fazer as pazes com o governador Geraldo Alckmin e deverá apoiá-lo em sua corrida ao Planalto. Goldman, a propósito, vem colecionando apoios por conta das ofensas recebidas do prefeito paulistano: entre eles, José Serra, Aloysio Nunes Ferreira e até FHC.

Bom de bola

Quem gosta de futebol e de seus ídolos, independente dos clubes que defendem, ficou encantado com a partida na terça-feira (10) entre Argentina e Equador, quando Lionel Messi marcou três gols e colocou a seleção na Copa da Rússia.

Missão

Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES, tem contato apenas aos mais chegados que seu plano é tomar o controle da JBS da família Batista.

Olho vivo

Na votação da primeira denúncia Michel Temer contou com apoio do PP (Ciro Nogueira) e PSD (Gilberto Kassab). Agora, para segunda denúncia, a cena pode ser outra, principalmente nas hostes do PSD. O ministro da Ciência e Tecnologia acha que não vem sendo tratado como deveria – e sua bancada também.

Outro nome

O Movimento Brasil Livre – MBL deverá mudar de nome antes do final do ano. Os inimigos dizem, a propósito, que já mudou de candidato, depois que João Doria ameaça despencar mais nas pesquisas.

Até cura gay

O desfile da Mangueira no carnaval do ano que vem terá críticas à onda conservadora, incluindo machismo, nudez e até “cura gay”. A escola também criticará o prefeito Marcelo Crivella, bispo licenciado da Universal, que cortou em 50% as verbas para o carnaval. Trecho do samba-enredo diz: “Eu sou Mangueira, meu sonho / Sou universal / Pecado é não brincar o carnaval”.

Outro nome

Paulinho Pereira da Silva, da Força Sindical e presidente do Solidariedade, já se conformou: o imposto sindical está sepultado. Só que já conta com uma alternativa, que está sendo armada com o Planalto para substituir o imposto sindical – e que ainda não tem nome.

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