Teatro Mágico da Felicidade: só para os loucos, só para os raros.

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Senhoras e senhores, convido-os para integrarem-se a proposta de realização da exposição “Olho do Universo”, uma viagem antropológica, filosófica e social em torno do cu na cultura mundial. A iniciativa visa suprir uma lacuna no universo imaginário e real da arte e cultura nestes trópicos, onde tudo é permitido, mas que impõe um silêncio sepulcral sobre o cu, esta parte mais íntima e profunda do ser humano, esse plissadinho que às vezes produz um formigamento miserável em você.

Após uma pesquisa sobre os mais diversos campos do conhecimento onde o cu aparece como uma referência sempre presente, descobrimos que o cu é um excluído na discussão mais aberta ou nos círculos mais fechados da cultura local.

Diante desta condição excludente, a exposição “Olho do Universo” pretende trazer o cu, o seu cu, para o centro da discussão mais ampla e irrestrita.

Internacionalmente já temos a adesão de vários artistas, profissionais liberais e do mundo da moda e das artes.

Em Manaus, 15 renomadas pessoas da sociedade já posaram para as lentes de Sici Pirangy, que vem registrando digitalmente o cu destas pessoas acima de qualquer suspeita.

Então, chega de ter um cu anônimo, essa é a oportunidade de expor seu cu ao mundo.

Listo abaixo um texto para sua reflexão. Entre em contato com o fone 98126 2315 para agendar um horário. Olharemos com carinho o seu cu.

EXPOSIÇÃO O OLHO DO UNIVERSO – TEXTO PARA REFLEXÕES

Onde andam nossos cus? Sim, aquele roxinho que nos alegrava? A especiaria mais cobiçada por nós, desbravadores das gretas úmidas e obscuras da anatomia feminina…

Por onde anda o cu arte, o cu moleque, o cu de várzea?

Ultimamente podemos afirmar que os cus brasileiros ficaram descaracterizados em detrimento do cu força, do cu retranqueiro, que joga fechadinho lá atrás!

E não podemos nos prender apenas às lides desportivas. No cinema também podemos constatar a desumanização do cu através de filmes como “Matrix”. O que temos agora é o cu gráfico, o cu virtual! Onde estão os cus épicos de Cecil B. de Mille? Os cus artesanais! Quede os cus artesanais? Assim não tem cu que aguente!

Podemos nos reportar à época da ditadura sanguinária dos militares. Certamente foi aí que os cus começaram a cair na clandestinidade. Nessa época, apesar do cu engajado, do cu combatente, do cu guerrilheiro, quem tinha cu tinha medo! Quem não se lembra da Marcha dos Cem Mil Cus? E a volta emocionante dos cus exilados, dos cus anistiados!

Sim, a nostalgia nos arrebata! A simples lembrança dos cus virtuoses faz com que nos fujam lágrimas furtivas pelo terceiro olho! Hoje em dia, pesa a mão da técnica, onde não há mais espaço para o romantismo.

Antigamente, os cus namoravam no portão! Os cus virgens casavam na Igreja e os roxinhos, os fiofós dantanho ficavam unidinhos até que a morte os separasse! Mas agora diante da brutalização da sociedade, da banalização da violência e do estresse urbano, os cus se retraíram de tal forma que não passa nem mosquito ensebado.

Pela volta dos cus que praticamente estão em extinção! Vamos às ruas e, juntos, abracemos um cu!

Você já sorriu para um cu hoje? Sinta a beleza de um cu piscando! Não deixem um cu pra trás! De a mão para um cu abandonado! Ou então um dedo! Quem sabe assim poderemos deixar um futuro radiante para os nossos cus!

Reage Cu! Acorda Cu!

E se não você não gostou dessa convocação, vá tomar no cu!

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