Sexo e Política

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Por Cesário Camelo

O sexo e a política foram feitos um para o outro. De um lado, encontramos mocinhas recatadas que só pensam em sacanagem como fonte de renda, enquanto de outro, senhores afoitos que fazem, como fonte de renda, a mesma sacanagem. O ex-secretário de Estado Henry Kissinger chegou a proferir uma frase célebre: “O melhor afrodisíaco do mundo é o poder, porque quem tem o poder pode foder todo mundo…”. Eu assino embaixo.

TESÃO PRESIDENCIAL – Em novembro de 1960, John F. Kennedy comemorou sua vitória nas eleições americanas entre quatro paredes, na companhia de duas garotas deslumbrantes, estrelinhas desconhecidas de Hollywood. Seu refinado gosto por uma boa sacanagem era tanto, que a certa altura do campeonato ele sugeriu um “ménage” a Jackie Kennedy, afirmando ter certeza de que ela adoraria. A primeira dama não topou. O certo é que mulheres bonitas não faltaram ao leito presidencial, a começar por Marilyn Monroe e passando por Mary Pinchot Meyer (pintora que afirmou ter fumado maconha com ele) e Jane Mansfield (a peituda mais peituda de Hollywood). No livro “Jackie after Jack”, de Christopher Andersen, ele diz que Jackie Kennedy também tinha amantes, entre eles Frank Sinatra, Marlon Brando, William Holden, Warren Beatty, Bobby Kennedy e um ex-secretário da defesa do governo de Kennedy.

CUNHADA COBIÇADA – Por mais que se tente negar, sabe-se que o ex-presidente Fernando Collor ficou muito mais enlouquecido do que costume ao levar uma desfeita da cunhada. Queria convencê-la de que seria possível conhecer as coxas mais cobiçadas do país sem trair o irmão. Como na época ele estava – e era também – muito vivo, o sonho se desfez. A partir daí, o seu castelo começou a cair.

CAMINHOS DA FAMA – A atriz Marilyn Monroe, a loira mais linda e gostosa de Hollywood, rolou também pela cama dos Kennedy. Transou com o presidente e com seu irmão senador Bob. Nunca revelou quem era o melhor na cama, mas chegou a confessar que não gostaria de passar de novo pela trilha que a tornou famosa.

MAO ERA BOM DE CAMA – O ditador chinês Mao Tsé Tung tinha um apetite insaciável por qualquer forma de sexo. Às vezes se divertia na cama com quatro ou cinco mulheres ao mesmo tempo. Costumava ofertar um manual taoísta de sexo para suas parceiras lerem. Não se importava com o fato de o sexo grupal espalhar doenças venéreas entre as jovens. Mais ainda: ele também se relacionava sexualmente com rapazes, ou seja, adorava entubar uma brachola. Tudo isso foi revelado pelo seu médico particular.

SANTO REMÉDIO – O mesmo presidente Kennedy deixou que algumas de suas intimidades sexuais viessem à tona. Tornaram-se absolutamente públicas suas investidas às mulheres do país inteiro, sempre com o pretexto de curar a enxaqueca. “Trepar é um santo remédio para esse problema”, costumava dizer.

TOALHA MOLHADA – Deu na impressa: ao descobrir que seu marido, o então governador de Alagoas Geraldo Bulhões, tinha uma amante, a primeira dama, dona Denilma, deu-lhe uma boa surra de toalha molhada. Segundo ela, para não deixar marcas porque no dia seguinte ele teria uma audiência presidencial.

SEXO NAZISTA – Adolf Hitler, um dos líderes mais temidos e execrados do século XX, levou para abaixo dos sete palmos algumas versões, verdadeiras ou não, sobre sua sexualidade. Nunca foi muito evidenciada sua convicta heterossexualidade, da mesma forma como muito se anunciou que fazia questão de transar de botas. Consta também que ele colecionava fotos das amantes, sempre nuas, com a bunda em close, para que não fossem reconhecidas em caso de extravio. Há notícias de que era chegadíssimo a um sadomasoquismo perverso. E ainda, estranhamente, a maioria de suas amantes morreu por suicídio.

SEXO FASCISTA – Benito Mussolini, o mais jovem Primeiro Ministro da história italiana, ficou conhecido como o “rapidinho”, pelas perfomances sexuais em seu gabinete, que eram tão ligeiras, que sequer tinha tempo de tirar os sapatos e as calças. Imagine que o homem evitava a todo o custo que as mulheres passassem uma noite com ele, por medo de que elas rissem da sua “camisola de dormir”.

TANGO E PODER – Eva Peron vivida por Madonna no filme “Evita”, em memorável produção norte-americana, foi implacável na sua carreira sexual, mostrando-se amante de uma série de homens que subiam na vida. Supostamente, era muito boa de “boquete” e iniciou sua carreira sexual como prostituta. Tanto que aos 14 anos de idade, ela ofereceu seus serviços sexuais para um cantor de tango de segunda categoria chamado José Armani, contanto que ele a levasse para Buenos Aires. Os que a conheceram dizem que Evita era uma mulher assexuada, fria e matreira, cujo interesse era o poder.

PRIMEIRA EMPREGADA – Thomas Jefferson, ex-presidente dos Estados Unidos não dispensava nem a empregada de casa. Consta que o bacana teve um longo caso com a mulatinha Sally Hemings, que era filha da empregada. Cobravam-lhe o título de “primeira-empregada” a ela, já que existia o de primeira-dama. O ex-presidente Thomas Jefferson teve um caso com Sally Hemings, uma escrava de sua propriedade, em Monticello, EUA. Jefferson conheceu Sally em Paris e voltou com ela para os Estados Unidos. Eles tiveram cinco filhos, mas apenas um chegou à fase adulta. Jefferson pediu em seu testamento que Hemings e as crianças fossem libertadas da escravidão.

CORRENDO ATRÁS – Segundo o noticiário sensacionalista, consta que o ex-presidente do Brasil, Jânio Quadros, certa vez foi flagrado correndo atrás da sua secretária particular em pleno gabinete, rodando feito galo doido, com as piores intenções possíveis para com a mocinha. E, em seguida, proibiu biquíni na praia.

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