Grandes temas eleitorais: “A Segurança”

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Por Fran Pacheco

O Brasil não pode mais fechar os olhos para a questão da segurança. Neste sentido, o primeiro passo é suplicar aos bandidos para que nos tirem pelo menos a venda da cara (um cigarrinho pra relaxar também ajuda).

Não menos intolerável é esta sensação de mãos atadas (*), que seria grandemente minimizada se os marginais usassem de um approach ergonomicamente correto na hora de nos jogar no porta-malas.

É urgente, portanto, que se aprove um Código de Conduta regulamentando procedimentos corriqueiros, desde o sequestro-relâmpago ao arrastão em condomínio – fazendo a coisa toda rolar sem aquele estresse desnecessário.

É hora de, como dizem os cândidos candidatos, “encarar de frente o problema” e tornar obrigatório o uso, por parte dos transeuntes, do “dinheiro do ladrão”, sob alíquota de 25% do numerário total da carteira, não inferior a vinte merrecas na Região Norte/Nordeste e cinquentinha no Sul/Sudeste.

Penalidade para o infrator: pagar todo dia o “guaraná” do guarda.

Urge incentivar o setor da Construção Civil, notadamente o de muralhas particulares (um programa “Meu Bunker, Minha Vida” iria bem).

Os mais tradicionalistas podem optar pela instalação de caldeirões de óleo fervente para despejar nos intrusos.

De qualquer forma, todas as propostas são negociáveis, desde que se pague o resgate às 4 da madrugada, sem vacilo.

O que a sociedade civil organizada não pode mais é ficar assim, de braços cruzados. Especialistas garantem que o correto é levantar os braços.

 

(*) A sensação de impotência é de somenos, com a pílula azul à solta por aí…

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