Desejo e tesão é pra vida toda

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Por Gilberto Almeida

Acreditando que a maioria das pessoas acaba fazendo da sua própria vida um cotidiano, separamos crenças e costumes incríveis de todos os tempos para que você saiba definitivamente, que a vida é mesmo assim, muda conforme o lugar, conforme o tempo. Mas sexo não, desejo e tesão é para a vida toda.

ELA SIM, ELE NÃO – Na Grécia, os casamentos eram oficialmente monogâmicos. Mas, na verdade a monogamia era um dever só da mulher. O marido poderia ter amantes, mas era obrigado a repudiar a mulher que o traísse. Se não fizesse, perdia seus direitos cívicos.

DOMÉSTICAS SEXUAIS – Na Roma Antiga, as mulheres de famílias pobres ou as que permaneciam solteiras podiam ser vendidas como escravas. Muitas tornavam-se concubinas, cujas tarefas básicas eram de ordem doméstica e sexuais.

REVERÊNCIA ESTRANHA – Nos tempos de César, os romanos costumavam colocar a mão direita sobre os testículos ao fazerem um juramento.

MÃOS DE OURO – Na comunidade muçulmana do leste africano, as mulheres acreditam que só um super-homem poderia satisfazer as necessidades delas. Portanto, dão uma “mãozinha” aos homens, masturbando-os constantemente.

O PREÇO DA TRAIÇÃO – O casamento romano tinha lá suas regras muito definidas quanto à infidelidade. Sob o império de Augusto, o pai tinha direito de matar sua filha e o amante, caso descobrisse que ela traía o esposo. Agora, o próprio marido só podia matar o amante na condição de se divorciar da mulher ou no mínimo puni-la severamente. Uma corte definia o destino da adúltera. Ela não poderia se casar novamente e perderia metade dos seus dotes, além de um terço de suas propriedades. Isso quando não era expulsa para algum lugar bem distante do amante.

COISAS DE GRINGO – Pesquisa recente provou que, entre os americanos, 45% dos homens preferem fazer amor com as luzes acesas.

SEM EXAGERAR – Em Esparta, na antiga Grécia, homens recém-casados, eram aconselhados a não dormir com muita frequência com suas esposas. Isso porque acreditavam que sexo em exagero poderia produzir descendentes fracos. Desejo acumulado, crianças mais fortes.

AULA PRÁTICA CEDO – No sul da Índia, os murria construíram lugares sagrados denominados ghotuls, nos quais o pré-adolescentes são estimulados a aprender sobre os atos sexuais. Ali, meninas perdem a virgindade aos seis anos de idade.

ORIGEM BÍBLICA – A Bíblia descreve um costume muito estranho, que gerou o nome oficial da já famosa punhetinha. O personagem Onan despejava a sua semente no chão quando sonhava com a cunhada. Daí o termo onanismo, determinado para a masturbação.

ESTRANHO NO NINHO – Na antiga Babilônia, toda mulher era obrigada a visitar o templo de Mylitta, a deusa do Amor. E ali dormir com o estranho que a escolhesse.

PESOS E MEDIDAS – Na África existem tribos que inspecionam o tamanho dos documentos dos pretendentes ao casamento, proibindo a união de parceiros que tenham órgãos desproporcionais um ao outro.

BICHO ESTRANHO – Muçulmanos e judeus acreditam até hoje que a mulher é impura durante o período menstrual. Na Indonésia, templos budistas utilizavam-se de cães farejadores para identificar e impedir a presença de mulheres menstruadas em seus portões sagrados.

ESQUENTANDO O TAMBORIM – Na Armênia existia um templo nos mesmos moldes que o da Babilônia. Lá toda moça virgem era obrigada a servir como prostituta, em preparação para o matrimônio.

OLHOS PEQUENOS E VIVOS – Os japoneses têm como costume comparar os lábios de uma mulher com os lábios vaginais. Acredita-se que eles tenham ligações comparativas em relação a seu tamanho.

DORMINDO COM O INIMIGO – Na mesma Esparta, um homem velho casado com uma mulher jovem poderia permitir que ela tivesse relações sexuais com homens jovens de bom físico e de qualidade morais. A meta era adotar uma criança gerada deste relacionamento.

SEXO VIBRANTE – Na Tailândia, os homens tem o costume de inserir contas de plásticos sob a pele do pau, com a finalidade de proporcionar melhores vibrações às suas parceiras sexuais.

HOMEM COM H MAIÚSCULO – Na Melanésia, a iniciação sexual do homem é feita através da prática de felação nos homens mais velhos. É assim que a rapaziada alcança a masculinidade.

TUDO EM FAMÍLIA – As comanches dos Estados Unidos oferecem aos seus maridos as próprias irmãs, para que eles se mantenham satisfeitos, enquanto elas (as esposas) estiverem grávidas e impedidas de copular.

VALE TUDO – Na Índia e no Nepal, o sexo oral, anal e grupal, com orgasmos desenfreados, sempre foi visto como algo bom e alegre.

CADA MACACO NO SEU GALHO – Os esquimós esfregam seus narizes um contra o outro, como prevenção contra o frio. Já os índios Kwakiutl chupam a língua um do outro e os russos se beijam na boca sem o menor constrangimento.

FOGO NO RABO – Nos anos 60, os índios australianos Tully River Blacks acreditavam que a mulher engravidava sentando-se sobre uma fogueira na qual assara um peixe.

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